O presente artigo tem como foco o chamado “paradoxo do abstrato e do concreto”, segundo o qual nossos julgamentos podem ser afetados e alterados em função do nível de concretude ou abstração em que um mesmo problema é equacionado e apresentado. Mais especificamente, pretendemos investigar se os julgamentos que envolvem a aplicação do princípio da dignidade da pessoa humana são suscetíveis ao paradoxo do abstrato e do concreto. Por meio desta investigação, nosso objetivo é lançar alguma luz na compreensão do princípio jurídico da dignidade da pessoa humana, dada a sua centralidade nos sistemas jurídicos contemporâneos.

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