O princípio da proporcionalidade é hoje um dos conceitos centrais do constitucionalismo global, de fato, uma parte essencial da gramática de uma nova língua franca que dialoga e interage com atores jurídicos (especialmente juízes) substancialmente em todo o mundo, facilitando a circulação global dos modelos jurídicos e de standards de argumentação.1 Diante de um sucesso tão difundido, não se pode dizer, porém, que faltem zonas cinzentas na utilização desta técnica argumentativa (assim como, mutatis mutandis, não faltem perplexidade e críticas na comparação com outras técnicas argumentativas que chamarei genericamente de “ponderativas”, como a ponderação [bilanciamento], o teste de razoabilidade etc.).

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