A continuidade histórica dos conceitos jurídicos é um “postulado básico do pensamento legal do Ocidente desde o Iluminismo, quando o racionalismo criou a utopia de um sistema legal baseado em axiomas racionais desenvolvidos com o apoio da matemática”. Esta perspectiva tende a obscurecer o sistema de valores por trás das normas jurídicas, o que resulta na percepção de que “esses paradigmas resultam de um raciocínio legal eterno, e não de universos de crenças esculpidos pela cultura”. A recuperação, no plano da teoria legal, da percepção das diferenças históricas e culturais, traz a visão da localidade dos valores sociais implícitos nas normas jurídicas.

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