Duas tendências opostas convivem no ensino superior que é ministrado no Brasil de hoje. A primeira e mais forte delas visa, na expressão empregada pelo reitor de uma das maiores universidades federais do país, transformar as faculdades em escolões de 3º grau, cujo objetivo seria o de formar operadores, que dominam a técnica mas “que não sabem os fundamentos científicos em que se baseia a atividade que desenvolvem”. A função destes “escolões” seria a de suprir as demandas do mercado, em cuja lógica “o importante não são os pesquisadores e investigadores, que conheçam os fundamentos e estejam preocupados com o que vai acontecer no futuro”; o que o mercado precisa é “uma mão de obra mais barata e mais tonificada”.

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