Em 10 de agosto de 1898, por volta das 23 horas, em um dos cômodos, após dias de perseguição, Deolinda Ferreira, considerada moça de família, de presumida inocência, cedeu aos encantos do farmacêutico Antônio Cavalcante, pois, naquele momento, prometera casar-se com ela, deflorando-a. Dois meses depois, a filha da professora de música Carolina Ferreira realizava o exame de corpo de delito cujo resultado comprovara o rompimento do hímen por ato sexual, a fim de instruir a denúncia contra o réu acusado de crime de defloramento. O objetivo era um só, defender a honra da família.

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