Diversas respostas começam a surgir. Como dos governos nacionais chegam contínuas ameaças à internet e à sua liberdade, é chegado o tempo não de regras constritivas, mas do oposto, de garantias constitucionais para os direitos da rede e na rede, de modo que se tem falado de uma Carta de Direitos da Internet (Internet Bill of Rights). Mas o reforço institucional da liberdade nesta sua nova dimensão não pode valer apenas contra a intromissão dos Estados. Deve projetar-se também sobre os novos “Senhores da Informação” que, por meio das gigantescas coletas de dados, governam as nossas vidas.

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