Os estímulos de uma sociedade marcantemente visual e unida de modo complexo pela tecnologia digital das assim chamadas redes sociais produzem uma exposição cada vez mais intensa que pode acarretar efeitos nefastos sobre a vida de seus usuários, gerando desafios para o direito e convocando os juristas do século XXI a repensarem os instrumentos clássicos de proteção da vida privada. O presente artigo enfoca a chamada tutela inibitória como um desses mecanismos de proteção. Metodologicamente, combina uma revisão bibliográfica com o estudo de decisões judiciais emanadas do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro para refletir sobre limitações práticas da tutela inibitória.

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