A citação ao português Luís de Camões, estampada no epílogo da obra O dever de declaração inicial do risco no contrato de seguro, de Luís Poças, e reproduzida acima, é deveras sugestiva. Isto porque, em dois versos, o poeta sintetiza a matéria tratada no estudo, a saber o dever de informação – despida de mentira – inerente ao tomador do seguro no momento da entabulação do contrato com o segurador. Por outro lado, não deixa de ser uma homenagem feita pelo autor, também lusitano, a um dos maiores nomes da literatura de seu país.

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