“Antigamente, quando a religião era forte e a medicina fraca, os homens confundiam medicina com mágica; hoje, quando a ciência é forte e a religião fraca, os homens confundem mágica com medicina.” (Thomas S. Szasz) A epígrafe que abre as proposições conclusivas, capítulo quinto da obra Do erro à culpa na responsabilidade civil do médico: estudo na perspectiva civil-constitucional, de Eduardo Nunes de Souza, não poderia ser mais adequada para sintetizar a ideia central que vai conduzir toda a análise empreendida nas suas mais de 250 páginas: há um profundo desequilíbrio na atribuição de responsabilidade civil aos profissionais da medicina no Brasil, na medida em que se lhes atribuem expectativas e responsabilidades sobre-humanas.

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